Dgelem, dgelemlungonedromentsa (Caminhei,caminhei longas estradas)
Maladjilem bhartalé romentsa (Encontrei-me com ciganos de sorte)
Estrofe do Hino Internacional Cigano
Os clãs ciganos peregrinam pelo mundo desde as invasões arianas ao território indiano; sem pátria, sem escritas, sem vínculos diplomáticos, eles são a própria peregrinação vivida na carne e na alma, mantendo suas tradições no fortalecimento dos laços familiares e nas celebrações
com O SAGRADO, a SLAVA CIGANA. Os peregrinos buscam um lugar, não só para estar ou ter, mas fundamentalmente para SER CIGANO, encontrando “suas riquezas” na união com a Divindade.
Nas Slavas, junto a TODA a família, os ciganos unem a religiosidade e a experiência mística da tribo. A religião cigana se realiza na comunhão com a natureza, manifestação da Divindade onisciente e onipresente de Devel (Deus), e no louvor a Grande Mãe, Sara Kali, a provedora das bênçãos de sorte, de prosperidade, de saúde e de união familiar.
Por tudo isto, em uma Slava cigana é preciso que haja a unificação de “forças” imanentes e transcendentes da nossa humanidade
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